
Não se conhecia como indivíduo e nunca estava só. As fotos nas redes sociais, sempre com parceiro, denunciavam a dependência. Ao enviuvar quase morreu, não sabia respirar sozinha, não existia. Na UTI, se apaixonou pelo médico. Correspondida, teve alta. Estava novamente "inteira".
escrito em 17-12-2011
escrito em 17-12-2011
3 comentários:
Obrigada Dudv.
Parece que estamos em ritmo lento para escrever, estou certa?
Bom microconto. Há pessoas com esse mal de dependência mesmo.
E como, Evilanne! Me dá um nervoso!!!!!!
Um feliz natal para você e que o ano novo chegue inspirado para todos nós.
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