
Garras nos pés como as de um pássaro, prendia-se a terra e à vida. Quando seu dia chegou, agarrou-se ao chão de tal modo, que a alma largou o corpo qual saco vazio. A morte ocupou-o com o abutre.
escrito em 13-03-2008
Microcontos ou micronarrativas me parecem ser um meio de acesso à imaginação ampla. Eles servem como isca e possibilitam a quem os lê desenvolver toda uma história plena de detalhes, totalmente original e única a cada novo leitor.
9 comentários:
Pois é... por isso que devemos amara avida, mas não não se apegar muito a ela, há outros caminhos para conhecer.
forte e maravilhoso.
gostei muito do seu blog.
abraço,
Angela!.. que dizer?
que gostei, como sempre gosto!
Dudv
Mesmo na vida, temos muitos caminhos... e às vezes ficamos alí, no mesmo lugar...
ricardo divino
Muito obrigada Ricardo. Volta sim?
Oi Julia!
Muito prazer ver estes olhinhos à espreita!
Fico contente que goste! Obrigada!
Ando a me sentir assim. Mas no sentido contrário, queria me desprender de mim...
Beijos Angela
Sammia
Não sei se entendi bem mas há momentos em que o corpo atrapalha ou parece atrapalhar mas precisamos dele para expressar as grandezas da alma, não é assim?
um beijo.
Que conto portentoso!!
O final é absolutamente esmagador!
Beijos, MA
PS - Adorei!
MA
Querida peixinha, seus comentários levantam ego de defuntos!:D
Parece que as coisas tenebrosas te agradam, não é?
Obrigada sempre!
Algumas coisas e assuntos tenebrosas sim. Desde que sejam deste género, sem magoar ninguém.
Beijos, MA
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