quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Homicídio involuntário


 
Havia cuidado de um pássaro ferido e o chamou de Dodô. Ele voou pela casa até que, curado, ganhou espaço.
Todo dia eu a ouvia, chorosa, a chamar para que a ave voltasse. Cansada da estupidez, disse a ela que maritacas  vivem em bando e não são felizes em cativeiro. Não a convenci. Então, rindo, sugeri que usasse uma roupa pintada com as cores destas aves e subisse ao parapeito voando ao encontro do seu Dodô.
Ela assim o fez!  
 

em 01-09-2014

2 comentários:

Eduardo Oliveira disse...

Surpreendente. Gostei

Angela disse...

Muito feliz que vc esteja aqui tão pronto, assim que consegui postar esta história. Obrigada, amigo.