
Os sonhos serviam como lixeira para seus dejetos emocionais. Na medida em que jogava fora papéis e guardados inúteis, sonhava com pequenas dores esquecidas desde a infância. Assim aliviava a carga da alma para a grande viagem.
escrito em 23-11-2011
5 comentários:
Lindo...
um beijo dudu!
não há viagem
sem dor.
Será que há dor sem viagem?
Feliz em te saber de visita.
Obrigada.
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