
E enquanto o vento soprava as cortinas do quarto, pelo seu ir e vir eu enviava sinais à tua alma seguindo os anseios de meu peito asmático. Pensei que estavas surda aos meus chamados até que um turbilhão me varreu a alma e o temporal inundou a cama e as cobertas. Então eu soube que eras triste e que também choravas nossa ausência.
escrito em 15-11-2010
2 comentários:
Bonito!
Obrigada Dudu! Fiquei na maior dúvida se postava como miniconto já que fluiu assim e me pareceu mais um texto poético.
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