
Antonia- Loretta Lux
Era assim, fiel a seu nome. Conforme diziam: a que não tem preço. Apesar das ameaças do irmão, dos beliscos e falsas denúncias, não cedia a seus rogos ou imposições. Embora as chantagens do pai com bonecas e doces, nunca ia a seu quarto quando a mãe não estava. Apenas o cãozinho, com suas instintivas lambidas, conseguia de graça todos os carinhos da menina.
escrito em 13-11-2010
5 comentários:
Forte e delicado, gostei.
Você curte as histórias infantis!
obrigada, Dudv!
Dúbio, profundo, obscuro, irônico. Uma beleza de texto. Parabéns.
Abração, Maurício
Oi Maurício!
Grata pela visita e pelo comentário, mas larga disso, escreve sem perder seu tempo; sua veia tenebrosa é magnífica, eu adoro!
De jeito nenhum, Angela. Tempo dedicado à boa leitura nunca é perdido.
Voltarei aqui sempre, abração.
Maurício
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