
Construo vidas, dirijo roteiros fantásticos que mal posso explicar nem reproduzir. Cores nunca vistas, personagens conhecidos e outros nunca, monstros maravilhosos, desenhos, sons e sensações inimagináveis. Pra que acordar para dias grosseiros, cruéis e sem beleza? Milhares de rostos repetidos e insípidos, a rotina banal embota os sentidos quando não revolta ou desgosta o viver. Se a morte for assim, um sono pleno destes sonhos paradisíacos, então que venha, mas que se atrase um pouco, pois enquanto isso, durmo e vivo mais viva que se acordada estivesse.
2 comentários:
Belo texto. Gostei muito
Acho uma benção ter bom sono e belos sonhos.
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