
Ambiciosa e perfeccionista, ela tinha se transformado na melhor executiva da empresa. Na hora do almoço, o viu com outra mulher. Voltou desnorteada e trancou-se em sua sala. Tentou escrever para dizer-lhe o que sentia, mas as folhas de papel rasgadas e emboladas, rapidamente se espalharam pela mesa até que sua consciência ficou clara. Tinha se aperfeiçoado tanto em escrever relatórios, diretrizes e memorandos que tornou-se incapaz de expressar o que sentia.
Escrito em 04-09-2008 22h54'
5 comentários:
Ainda bem que ela sentiu algum desespero com a traição do marido, se não, ele iria virar uma máquina.
Muito bom conto.
Cara,
você é brilhante!!!
Adorei o blog, já está entre os meus favoritos!!!!!
vitoria.anja
Obrigada pela visita. Fique à vontade.
seus !!! parecem com meu estilo, também sou exclamativa!
Eduardo
Ih! Já temos um marido, algum desespero e uma quase máquina!
Assim são os minicontos, podem virar tantos outros!
caeiro
certeira. achei a imagem ótima.
Caro Bruno
Melhor ser ou fazer qualquer papel social que não seja o de executivo! Ô Raça!
Mas, há quem goste! Obrigada e até...
Caeiro!
Que boa foto! também achei ótima!
Obrigada por estar por aqui. um bj.
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