
Ameaças à vida e grandes carências materiais impregnavam seus genes. Na adolescência, em crise, engordou demasiadamente. Com o despertar da memória genética,à menor ameaça, o corpo passou a reter nutrientes e só eliminava em fases de paz e segurança. No lugar miserável e violento onde vivia, era um fenômeno: Tinha a aparência mais bem nutrida da aldeia!
escrito em 09-01-2008
6 comentários:
Impressionante!!
Sempre que se sentia " ameaçada" inchava, por isso tinha esse aspecto tão nutrido, no mísero e violento local onde vivia.
Beijos MA
É a memória genética, goste.
MA
esta é uma das minhas teorias intuitivas sobre alguns tipos de obesidade!
Sabes que engordo fácil, mesmo que não exagere no comer, sempre que tenho dificuldades financeiras?
Já existem estudos sobre o assunto.
Eduardo
existe um livrinho chamado " A culpa é da genetica" que fala sobre estas memórias.
Deve realmente haver uma memória genética para a obesidade.
Conheço um acaso assim: Uma menina cuja obesidade era provavelmente motivada pelas privações, por uma deficiente e péssima alimentação ou talvez por uma fome familiar hereditária. Entretanto, a vida melhorou e ela, já mulher, superou um pouco essa obesidade à custa de muitos sacrifícios. Mas de uma forma tão instável que hoje, ao mínimo desiquilíbrio emocional, engorda sem controle.
É a tal memória das carências que impregnaram os seus genes.
Contudo, parece-me não ser uma fatalidade. Os seus irmãos não herdaram esse desiquilíbrio ancestral. A natureza é muto complexa, na verdade.
J.G.
Pessoas diferentes enxergam e assimilam as experiências das suas maneiras!
Você disse- irmãos? homens? e as dificuldades ocorreram para todos na mesma época? Todos terão a mesma herança genética, nunca igualzinha! É, há muitas variáveis!
Irmãos como filhos dos mesmo pai e mãe, não no género, e todos com o mesmo grau de dificuldades. São hoje quase todos da minha idade, com pequenas diferenças de dois a seis anos. Cresceram em tempos difíceis numa cidade de poucos recursos.
Devem ter todos herdado a mesma carga genética. As personalidades é que podem ser variáveis.
Mas isso eu não sei expressar bem. É mais da sua área, a psicologia.
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