
Bem que ele tentou, mas não houve jeito e a esposa, frustrada, acabou por cair em sono profundo. Então, saiu pelos corredores e encontrou o rapaz que servira o champanhe em seu quarto. Entre os panos da rouparia do Hotel,sua‘primeira noite’foi apaixonada!
escrito em 17-02-2008
17 comentários:
Ser feliz dá uma trabalheira!
Foi bom ter chovido em meus ouvidos, pena não poder ser ao vivo, até às 3 da manhã, sempre a aprender sua serenidade. Tenho muiiiiitas saudades também!
Beijinhos
Procurando sobre microcontos... cheguei aqui.
Gostei.
Vicente.
www.bufalonoturno.blogspot.com
Muitas vezes o casamento significa desencanto. Gostei do microconto.
125_azul
Querida amiga vc. é muito complascente comigo.
Espero que possamos conversar logo, ao vivo, para gastar os assuntos e a saudade!
Búfalo
Obrigada. Os microcontos também te fisgaram? Olha que isto parece uma doencinha boa! Quase um vício!
Volte sempre, és benvindo!
Dudv
Pela sua interpretação, possível e viável, percebi que precisava ser mais explícita se quisesse ser entendida como desejei. Vou modificar um pouquinho o texto para que possam caber as duas hipóteses, quem sabe mais?
Obrigada!
Será que a foto do Homem nu com este veu, não ajudou?
Hahahaha, tomara que ele não peça divorcio depois (:
E que eu não caia nunca no sono, peço a Deus! :D
Beijinhos Angela
Muito comum em casamentos por conveniência ou combinados à nascença, como nos dos ciganos.
Já conheci um caso idêntico entre ciganos em que a noite de núpcias foi um fracasso.
Só que a história não acabou na rouparia de um hotel numa "primeira noite apaixonada". Acabou num corpo inerte e frio, numa valado à beira da estrada.
Esta história é muito mais profunda do que à primeira vista possa parecer. É um drama que a imagem ilustra na perfeição.
Sammia
Acho que você não entendeu direito que o "marido" era gay!
Será que pediria divórcio? certamente! mas seria mais fácil anular um casamento que não se concretizou! Só não sei se ele ficaria casado com o empregado do Hotel!
bj. pra ti.
J.G. meu amigo
estas coisas arranjadas quase sempre são terriveis! Pobre cigano! Mas o pior ainda é quando as pessoas tomam estas atitudes por conta própria e se negam as suas reais necessidades e preferências!
Esta imagem é tão forte e bonita! Eu achei. Reparou nas imagens que se percebe neste véu?
Olá Angela,
Então... quanto à pontuação, não é por dificuldade na utilização, ou por não gostar.
É que penso que a ausência de uma pontuação definida, de acordo com as regras gramaticais, auxilia no propósito principal que o microconto possui: que de sugerir a história ao leitor.
Somente com o ponto final, não somente a história fica imaterial, de modo que seja captada e criada pelo leitor, mas da própria análise estrutural do mc pode-se extrair uma gama de variações de conteúdo.
Acho que fluidez acontece de forma mais intuitiva.
É isso que estou perseguindo. Porém, obviamente, sei que tenho que depurar a idéia. E a sua sugestão foi por demais bem-vinda. Muito obrigado.
Abraço e aguardo visitas,
Vicente.
Cade vez me encanto mais, por seus "continhos".
(Sammia, meu amor. Pode dormir tranquila, só quero você :))
Beijo Angela.
tenho uma amiga casada com um poeta muito conhecido, que lhe aconteceu isso. foi parar ao hospital,pq tentou o suicidio.
enfim..uma tragédia grega...
Búfalo
Entendi seu propósito mas o que vi nos seus contos não foi um ponto final, foram vários pontos nos lugares das vírgulas etc...
Pensa bem que o desafio não é criar possibilidades de leitura com a gramática, mas com o texto!
Vou te ver em breve e esta é, apenas,uma opinião!
Bruno mocelin
Obrigada! Também por sossegar a Sammia!
juliaml
É, Julia! Coitadinha! Mas, interpretando a "tragédia" talvez a moça tenha tentado "matar", o feminino, a mulher, dentro dela. Esta que foi preterida!
Deve ter doído muito mas será que ela foi tão cega que não percebeu?
Então Angela...
Foi isso que falei: possibilidades com o texto (estrutural, para ser mais correto), e não com a gramática (esta, pouco importa).
E a opinião foi muito bem vinda, rs.
Abraço
Angela,
Agora fiquei surpreendida consigo e não devia, eu sei, já deveria saber do seu olho clínico:
Não é que matou mesmo?
Quanto a ele, todos nós sabiamos que ele era homosexual, mas só ela o via com olhos do Amor. Hoje, depois de morto, toda a gente o sabe,muito embora, é claro, história que lhe conto, não conste da sua biografia.
beijinho
á abri o olho ;-)
Angela,
Agora fiquei surpreendida consigo e não devia, eu sei, já deveria saber do seu olho clínico:
Não é que matou mesmo?
Quanto a ele, todos nós sabiamos que ele era homosexual, mas só ela o via com olhos do Amor. Hoje, depois de morto, toda a gente o sabe,muito embora, é claro, história que lhe conto, não conste da sua biografia.
beijinho
já abri o olho ;-)
búfalo
Então, vai em frente e cada vez melhor. Ler e escrever são coisas que, quanto mais fazemos, mais continuamos a fazer!
É um bom vício!
Juliam
Os olhos do amor... ou de quem ela imaginava amar! E ela poderia amá-lo mas sem fantasias! Do que é feito um casamento? Temos uma noção muito romântica de uma escolha que devia ser de colaboração como qualquer associação legal. A aceitação de um e de outro permitem mil ajustes sem dramas e sofrimentos. Confundir casamento com sexo e paixão faz muito mal a ambos: ao casamento e à paixão!
Quanto ao preconceito...só ele, às avessas, faria necessário a exposição de fatos. Não vejo necessidade de ter isto nas biografias, a não ser que interfiram na obra pública. Alguém descreve, nas biografias, como as pessoas costumam agir quando vão ao banheiro? como dormem? Não, é tão íntimo e pessoal não acha?
acho,Angela, óbvio que sim.
O que quis dizer é que todos sabiamos menos ela, pq o amava. Ele não escondia,mas também não alardeava e com todo o direito. (é complicado explicar aqui, pq há mais pormenores)
E a expressão da biografia, usei-a só como força de expressão,só para mostrar que nem tudo o que a gente lê corresponde à realidade do autor.
Juliam
entedi o que quis dizer e as impossibilidades de alguma conversa mais profunda pela internet, principalmente em blogues.
Um beijo e obrigada por me acrescentar conhecimento humano!
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