
Imagens em profusão, plenas de colorido, invadiam sua imaginação despertando sentimentos adormecidos. No entanto, a mente embaçada não encontrava códigos que as pudessem expressar. Em pleno inverno criativo, as sementes do novo ciclo jaziam, ainda, submersas.
escrito em 27 de setembro de 2007
6 comentários:
Profundo, me identifiquei com seu texto, Muitas vezes, não tenho o instrumento necessário para materializar minhas idéias.
dudv
É assim... eu faço o seguinte: relaxo, anoto alguma coisa, tõsca que seja, e espero ... um dia brota! e aí, quase sempre, de montão!
A Angela entrou dentro da minha cabeça.
Uma imaginação transbordante, cores quentes e desenfreados que não resultam num final materializável.
Mas acabo sempre por me reconciliar com o mundo porque a imaginação continua a existir dentro de mim.
Este conto excedeu todas as minhas espectativas, simplesmente genial.
Bem Haja Angela
ma.
Um dia, florescem, germinam, você encontra o seu instrumento, o canal. É preciso ter ferramentas - tintas e pincéis, maq. fotográfica, lápis, argila, computador... seja o que for e então relaxar e deixar que o inconsciente da gente primavere!
bj. e obrigada.
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