sábado, 17 de maio de 2014

Objeto inexistente





anos, ele mal olhava para ela. Saindo juntos, estivesse bem ou mal vestida, elogio ou censura alguma acontecia. Era como o zero à esquerda!
Aborrecida com o descaso, arrumou-se como se sentia. Sem peças íntimas, tecido diáfano e transparente, quase nua. Assim foi ao jantar. Os olhares das pessoas o deixavam feliz, risonho e envaidecido, como se fosse sua a plateia.

escrito em 16-05-2014

2 comentários:

Eduardo Oliveira disse...

Bom conto!!!Ele está perdendo.

Angela disse...

Oi Dudu! Acho que ele é tão autocentrado que nem se dará conta de coisa alguma...