
Pensava que casar seria entrar no paraíso. No país do noivo, com pedaços de céu azul, fez seu vestido. Em pouco tempo nublou, ficou tudo cinzento e ela afogou-se em tempestades onde não faltaram raios e trovões. Sua cabeça, entretanto, permaneceu protegida e lúcida sob o véu amplo e colorido, nos tons seguros e permanentes de sua terra natal, retalhos do céu da África.
escrito em 24-08-2010
4 comentários:
Belo texto, iluminado.
Oi Dudu, não sabe como é bom abrir este blog e te encontrar aí.
Tive que fazer uma atualização na minha máquina e, até agora estou perdidona!
Obrigada.
Puxa... Nem fiz atualização em minha maquina e estou como você.
Giselly,
algumas vezes temos como encontrar a causa, em outras é mais difícil!
Quem sabe arranjamos pedrinhas para marcar o caminho...
Postar um comentário