
Passava as tardes à mesa do seu café preferido, observando pessoas e registrando idéias em seu pequeno caderno. A partir destas notas seus personagens criavam corpo e vida. Ficava tão absorto, que jamais percebeu ser objeto de inspiração e pesquisa do escritor famoso que sentara à sua frente por tantos dias.
Escrito em 02-02-2008 - 18h41' HV. RJ.
5 comentários:
Poxa, muito bom. Criativo.
Agora me pergunto se servi de inspiração alguma vez, quando me vêem sentado na praça ou no ônibus escrevendo alguma coisa sobre alguém.
Um ótimo dia, Angela.
Todos nós podemos servir de inspiração. Gostei.
Bruno e Dudv!
Obrigada por estarem aí!
às vezes, quando "bisbilhoto" pessoas na rua, nos restaurantes etc, fico pensando se não estou invadindo, se elas imaginam que estão sendo "imaginadas". Mas, é assim...
Dinda, essa foto não faz vc lembrar daquele nosso café em Paris?
Aiiiii, bateu uma saudade!
beijinhos
A mim também 125 azul!
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