
Sem trabalho e cheio de problemas, a pressão arterial andava descontrolada. Para prevenir, o médico acrescentou um remédio novo aos tantos que já tomava. Telefonou à farmácia e pediu a nova e potente droga salvadora. Ao receber o rapaz da entrega, caiu morto à porta da casa apertando entre os dedos a nota de caixa. O valor da compra excedia seu mísero seguro desemprego.
escrito em 8-11-2007
5 comentários:
Valha-me Deus! Eu também vou começar um remédio novo para a hipertensão, acho mais prudente mandar meu Azulão buscar à farmácia!!!
Beijo
Um "soco no estômago". Ótima micro-narrativa.
E vou adiante na leitura...
Nossa... muito bom. Conto intenso e com muita pressão.
Boa micronarrativa... interesso-me cada vez mais por este género literário a que chamo, muitas vezes, poético. A ver se também sou capaz... beijinhos
Querida 125_azul
Se possível não o faça! especialmene se for algum beta bloqueador que te fará escrava para o resto da vida! A tal terapia que vc. tem feito na Maiaana(é assim?) deve ser bem mais saudável e eficaz e não chega a ter o valor tão exacerbado das novas químicas!
Obrigada Priscila!
espero que não tropece... nem tudo é bom.
Dudv
Que pressão! alta...!
Oi Sofia
Parece uma cachaça, acredite! Poético ou não, fica nas entranhas como uma brincadeira boa e viciante. Tenta, vai conseguir, com certeza! Queremos cada vez mais adeptos!
Obrigada pela visita.
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