Quando a mente se cansava de tanto pensar ela abria as portas da fantasia. Imagens coloridas a preenchiam e ela ria, ria muito, porque faziam cócegas, muitas cócegas, ao passar pelos caminhos até a ponta de seus dedos. Então, transeuntes espantados podiam perceber formas de peixes, flores, pássaros e outras coisas mais bizarras.
escrito em 7- 03-2008
escrito em 7- 03-2008
para Maria Adelina pelo seu aniversário em 11 de março de 2008






